
A feira livre de Camacã é um lugar completamente insalubre, o que rapidamente pode ser transmissor de doenças para quem circula no circuito.
Cento e vinte barracas enviadas em 2017 pelo Governo baiano, destinadas a atender aos feirantes do Centro de abastecimento, (feira livre), estão enferrujando em um dos cômodos do Ginásio de esportes de Camacan. Os respectivos feirantes esperam por este suporte há mais de três anos, e até o momento o prefeito Oziel da Ambulância não fez a entrega. A denúncia foi feita na manhã desta terça-feira (17), no plenário do Legislativo municipal pelo vereador Curupira do Leite.
Segundo o edil, os trabalhadores estão colocando seus produtos no solo da feira para comercializar seus produtos, e eles os feirantes, tem clamado pela entrega das barracas, o que facilitaria seu trabalho, juntos aos consumidores. Quando a queixa foi feita no plenário da câmara, o vice-prefeito Paulo do Gás estava presente assistindo a sessão. A feira livre de Camacã é um lugar completamente insalubre, o que rapidamente pode ser transmissor de doenças para quem circula no circuito.
Curupira do Leite chegou a dizer que o local funciona da seguinte forma: “É o açougueiro, cortando a carne para atender o cliente, e espantando os urubus que vivem no local”. A central de abastecimento que está em obras executadas pelo governo do estado, deu prazo até o dia 30 de março, para que a prefeitura de Camacan, entregue o serviço, para reinauguração.





































